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Jardins Suspensos

Jardins Suspensos

[Economia Doméstica] Botibloco de Descontos

 Olá!

 

 Já se deram conta de que O Boticário está a oferecer um pequeno bloco, o Botibloco, com um total de 14 descontos a serem usados no decorrer de 2015? Vamos conhecê-lo melhor!

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 O bloco tem 8 descontos cuja validade vai do início ao final do ano, sendo que poderão escolher quando os querem utilizar. Esses descontos são:

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 Depois temos 6 descontos com validade marcada, tanto de início como de fim. E esses descontos são:

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 O desconto que está em vigor agora e termina no final do dia, o de -35% num produto Best of pode ser usado num produto de entre um leque especialmente escolhido como mais vendidos, mais procurados, mais amados. Esses produtos são:

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 Todos estes produtos já estão com desconto, até hoje também (assim como terminam hoje os saldos da marca), mas é um desconto de 25%, compensando muito mais o uso do vale. Como é óbvio, os descontos deste Botibloco não acumulam com promoções em vigor e decerto que numas alturas irá compensar mais uma promoção de loja e noutras um vale, é questão de fazerem contas. Não esquecer também que os vales apenas são válidos em lojas físicas.

 

 Já têm o vosso Botibloco? Basta passarem numa loja e pedirem-no, não carece de compra para ser atribuído e está limitado a stock.

 

 Beijoo :)

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Clique na imagem e leia os FAQ's!

 

[Economia Doméstica] Guia de Saldos: Comprar sem Culpa e Bem

 Olá! :)

 

 Ora eu ainda há pouco falei-vos dos saldos de algumas marcas e sei que parece recorrente, mas nem é de estranhar, visto que este ano os saldos irão até 15 de Setembro. Se bem que no máximo lá para meio de Agosto, já não haja nada nas lojas a não ser colecções novas. Em algumas, nesta altura, isso já acontece.

 

 Talvez este post venha tarde mas a verdade é que algumas sortudas ainda poderão aproveitar umas boas oportunidades e podemos sempre aplicar estas coisas que vou dizer, à próxima época de saldos.

 

 Aquilo que é bom de reter, é que nem tudo o que está em saldos nos convém. Não é por estar barato que devemos aplicar o nosso dinheiro em algo que vai ficar encostado a um canto, a ocupar espaço e a acumular energia. 

 

 

 O primeiro passo:

 A meu ver, é fazer uma lista. Como a normal de supermercado. Anotem-se todos os produtos que queremos, toda a roupa e coisas para casa que fazem falta. Deixe-se espaço para as prendas que ainda se irão dar este ano, principalmente no Natal, que o aumento de alguns preços nessa época é algo que me faz confusão. Definam-se preços máximos a dar por cada artigo. E principalmente, respeite-se tudo isso. Comprometam-se a cumprir os vossos objectivos e a aliar compras boas com boas poupanças.

 

 E depois? Vamos então ver:

 

 - Eu Preciso?

 Se é um básico, se é algo que falta no nosso guarda roupa, se é um produto que acabou e para o qual não temos substituto possível em casa, então é sempre sim, a compra é sempre inteligente. Comprar aquilo que realmente se precisa, é o melhor dos saldos. Os restantes casos diferem...

 

 - Eu Quero Mesmo Mesmo?

 Não precisamos do artigo, é apenas mais uma camisola branca, mais um batom. Mas queremos. E somos teimosas. Andámos tempos e tempos a namorar aquilo e agora que o preço baixou, queremos agarrar com as duas mãos, sussurar "my precious" e ir para a caixa de pagamento. E muitas vezes, arrependemo-nos. A verdade é que há lojas que guardam os artigos durante 24 ou 48h, é uma questão de perguntar. Assim, podem ir para casa, pensar e dormir sobre o assunto. Olhem para o que têm, mas com olhos despertos, vejam mesmo tudo pois por vezes esquecemo-nos que temos uma camisola mesmo parecida escondida ou um batom do mesmo tom ainda selado. Caso isso não aconteça e a vontade permaneça, então que lá venha ele! A não ser que...

 

 - Eu Vou Usar?

 Ok, eu não preciso mas quero. E já vi tudo o que tinha a ver em relação ao que tenho e não tenho e quero mesmo aquilo. Só há uma coisa que me vai impedir de o comprar. Pensem em quantas vezes vão usar o batom rosa escarlate ou a camisola que tem tiras na bainha. Por vezes e não poucas, queremos algo por gostarmos de ver noutras pessoas mas nunca experimentámos em nós. Tudo depende do quão à vontade estão com determinado artigo. Visualizem-se com ele, ajuda sempre. Se o querem mesmo, se têm a certeza que o vão usar, go for it! Mas e...

 

 - O Preço Realmente Compensa?

 Saldos nem sempre é sinónimo de bom preço. Aliás, a época de pré-saldos costuma ter oportunidades melhores em alguns casos. A verdade é que os comerciantes gostam de ganhar o deles e com razão, e por vezes, nem sempre isso é benéfico para a nossa carteira. O melhor mesmo é procurar, ver várias opções, porque mesmo em lojas da mesma empresa mas estabelecidas em lugares diferentes, os preços não são os mesmos, nem sequer a oferta. Façam sempre a vossa pesquisa!

 

 Estas são, a meu ver, as perguntas que devemos mesmo fazer a nós próprias, quando temos na mão aquela camisa que está mesmo barata ou aquele kit de maquilhagem que tem 40% de desconto. Cada uma delas tem uma importância extrema e devem ser levadas em conta na hora da decisão. Comprar algo só porque se tem o dinheiro para tal, é o que faz com que as nossas gavetas estejam entulhadas de coisas sem uso. E depois, lá se cái na real e comprometemos-nos com os desafios de x tempo sem fazer compras, que até são muito úteis e esclarecedores, no modo em que nos ensinamos a fazer compras ponderadas. Aliás, após os saldos, estou a considerar fazer algo do género mas logo se vê.

 

 Espero ter sido útil. Uns bons saldos para todas nós!!!

 

 Beijoo :)

[Economia Doméstica] O 1 de Maio, o Pingo Doce e a Hipocrisia

 Olá :)

 

 Ontem, enquanto trabalhava que nem moura, dei por mim com uma informação bastante interessante: a dita promoção do Pingo Doce, em que as compras de valor superior a €100, teriam 50% de desconto imediato!

 

 Só depois de sair e chegar a casa, eram umas belas 1h30 da manhã, é que pude investigar a fundo a informação. Mesmo assim, e por falta de informação oficial e algumas dúvidas nas excepções, não fiquei totalmente esclarecida. Ainda liguei para a linha de apoio ao cliente mas de novo, não havia informação confirmada.

 

 Então, de lista na mão, foi esperar e dormir alguma coisa para lá ir logo de manhã. Nem por isso. Saio tarde e ainda mais tarde me deito, o que me faz dormir pouco quase todos os dias. Hoje, estando de folga e o rapaz também sem escola, a manhã foi uma benesse para o sono. E depois do almoço, fomos à aventura...

 

 Este não é o estabelecimento a que fui mas a ideia é a mesma.
 
 Fui a dois, um hiper que anteriormente era Feira Nova, e depois a um super, pequeno e atarracado.
 No primeiro, uma hora gastei para ir de uma ponta à outra e voltar, sem encontrar um carrinho nem cesto, pisada e empurrada. Não havia carne, fiquei cheia de calor e desisti. O sistema de transmissão de carrinhos era assim: esperava-se que a pessoa pagasse as compras, acompanhava-a até ao carro, com sorte, ajudava-se a carregar algo lá para dentro e depois ficava-se com o carrinho. Nice, hã? Not.
 
 Depois me decidi a ir ao outro Pingo mais perto de casa, mais pequeno. Admito que pensei estar pior mas não estava. Carne era impossível encontrar, leite e azeite idem. Valeram-me os congelados, que foi onde investi mais dinheiro. Ainda fui apanhando algumas coisas que estavam pela loja, vítimas da pouca paciência de quem não esperou até ao fim.
 Tive o cuidado de comprar apenas coisas que fosse utilizar independentemente de haver promoção ou não e a verdade é que podia ter gasto ainda mais do que os €77 que gastei. Se soubessem o que me segurei para não trazer nada do expositor da Maybelline, orgulhavam-se de mim!

 Era ver-me, de calculadora e lista em riste, a por coisas nos sacos de ráfia que levei comigo, enquanto o meu filho os guardava.

 

 Demorei 2h e achei que seria pior, muito pior. Ao fim de um tempo de lá estarmos, o meu filho perguntou-me se podíamos ir embora e se valia mesmo a pena a espera.

 

 Valeu a pena sim! Não foi fácil nem bonito mas o valor pago no final, supera isso.

 

 Se podia ter comemorado o Dia do Trabalhador de outra forma? Sim. Mas voltando atrás, apenas mudava a hora em que fui lá, pois ia na mesma.

 

 Se são artigos que compraria sempre e assim vieram a metade do preço, há mesmo mais alguma coisa a dizer?! Podem dizer que é gozar com a miséria, há coisas piores e legalizadas.

 

 Trabalho num hiper, onde deixei de ter folga fixa ao Domingo por causa da assinatura de MILHARES de Portugueses. Esse dia da semana que dizem ser o da família. E agora, virem dizer que acham muito mal abrir ao feriado, que é para estar em casa, com a família, e que vamos mas é todos boicotar as grandes superfícies! Não me façam rir por favor. A sério. "Atentado à dignidade humana", moralistas de 2ª mão, hipócritas de trazer no porta luvas! São os mesmo que passeiam a beleza gasta no corredor dos congelados ou noutro qualquer, lá onde trabalho, calmamente, às 00h15, sem se importar com o trabalhador que tem família à espera. O seu interesse nos direitos do trabalhador aparece apenas uma vez por ano, no 1 de Maio e apenas porque parece bem. Enquanto houver gente assim, que diz A e faz exactamente o contrário, merecemos a crise que temos. Contas de outro rosário.

 

 Trabalhar é preciso, pois só assim se tem ordenado, quem dera a muitos poder tê-lo. Se acho que isso justifica o que as entidades patronais fazem aos funcionários? Não. No entanto, posso dizer que pelo menos na minha loja, não sei de quem tenha sido coagido a trabalhar hoje. Eu mesma estive de folga e em momento algum me pediram para ir trabalhar, quanto mais exigir. Vá lá. Já basta o que aturo dos clientes quando estou ao balcão a atender sozinha com mais de 20 números em espera. Mas as pessoas acreditam que eu estou lá sozinha por gosto? :/

 

 Resumo: Trabalha quem pode, quem ganha mais dinheiro a fazê-lo, quem acha que não é apenas num dia do ano que se luta pelos direitos de quem trabalha. Vai às compras quem pode, quem acha que mesmo sendo uma selva, o preço compensa.

 

 Se isto é racional? É melhor que passar fome. E eu sei do que falo, saberão os senhores que aparecem na televisão? Tenho dúvidas. É isso e contas para pagar.

 

 Ah e...

 

Fonte

 

 

 

[Economia Doméstica] Grão a Grão. Ou Feijão.

 

 Ora bem, como não sei onde enfiei o raio do dispositivo Bluetooth e não consigo tirar fotos ao mealheiro, resolvi perguntar ao Google e ele respondeu-me imediatamente, com uma foto exacta do meu mealheiro! Gotta love the Internet!

 

 Passando à frente. Quero falar de poupança. Hoje é de dinheiro, que isto de poupar atinge várias áreas, seja saúde ou afins mas eu ainda não fiz 30 anos, portanto ainda não atingi esse plano espiritual de que as ancestrais falam. Eu divago um pouco, sorry.

 

 Então poupar! Hoje em dia fala-se mais sobre o tema mas a poupança deve estar presente em todos os nossos pensamentos, não apenas quando a desgraça toca à porta mas principalmente antes. Quando se tem mais dinheiro, é o momento ideal para o poupar, quando tem pouco, como irá esmifrá-lo para que chegue para tudo?

 

 Não sou uma especialista no tema mas tenho as minhas ideias sobre o mesmo.

 

 Então, como é que eu poupo ou tento?

 

 Marca branca. Ponto final, parágrafo. Essa é a minha maior forma de poupar. Claro que tem excepções, como por exemplo quando o artigo de marca me fica mais barato numa promoção ou quando fica pouco mais caro e a qualidade é melhor (caso do Leite Condensado Cozido da Nestlé), compensando os cêntimos gastos a mais.

 

 Vales, talões e outras complicações. Alguns valem a pena, outros nem tanto. O que destingue os dois, é decidir se o artigo de que tem vale, e que será de marca, fica mais barato e mais compensatório em termos de qualidade, que o de marca branca. Exemplo? Eu tenho Cartão Minipreço e nos talões deste mês tenho 1,20€ de desconto em Condicionadores, Máscaras e Espumas Pantene. Adicionando a isso, tenho um vale, enviado do site Para Mim (visite que só tem a ganhar, tem muitas mais dicas de poupança), de 1,50€ de desconto em Champôs ou Condicionadores Pantene. Como o talão do Minipreço não alberga Champô, compro o Condicionador, o qual também preciso e uso. O artigo está a 3,49€, retiro 1,20€ do talão e mais 1,50€ do vale e vou pagar apenas 0,79€ pelo artigo. Não é magia, é saber aproveitar as promoções e os vales e unir todas essas ferramentas de poupança que se complementam e nos fazem a carteira feliz.

 

 Comparar preços em lojas diferentes. Às vezes parece muito trabalhoso e não há vontade de ir a duas lojas diferentes no mesmo dia. Eu faço isso. Por exemplo, vou comprar as Natas para Culinária ao Minipreço, pois o preço é de 0,39€, e a seguir vou ao Pingo Doce comprar Mostarda a  0,59€, pois os preços são diferentes e mais dispendiosos nas lojas em que não os comprei.

 

 Promoções em quantidade. Aquelas coisas do Leve 3 Pague 2 ou afins pode de facto fazê-lo poupar, não hoje pois irá comprar mais quantidade do que queria, mas amanhã quando voltar a precisar do artigo e ele estiver mais caro. Isso é poupar.

 

 Se a loja tem cartão de fidelidade e é grátis, tenha! A sério, se não lhe vai tirar dinheiro do bolso e não demora muito a fazer, faça. Pode sempre servir para alguma coisa. O Cartão Minipreço tem os talões. O do Continente tem os descontos lá dentro e os vales enviados para casa. Claro que estes cartões apelam sempre à volta do cliente à loja mas se for para poupar, volta-se na mesma. Os que se paga eu não tenho, pois alguns são de crédito, o do Jumbo, da Worten e da Fnac por exemplo.

 

 Comprar online em muitos casos pode de facto ser uma forma de poupança. Tenha por exemplo o ClubeFashion. Não custa dinheiro para ser membro e pode encontrar aquela peça que sempre quis a um preço diminuto. Ou um serviço, nas Oportunidades. Eu já fiz compras lá por exemplo e só posso dizer bem. Leilões é que não faz o meu estilo pois é viciante.

 

 Pagar em dinheiro ao invés de cartão, mesmo que seja Multibanco. Quando se compra com dinheiro e se sabe exactamente quanto se levou para a rua, é mais fácil saber onde ele foi parar, o que muitas vezes com cartão não funciona, pois só marcamos o código e não temos a experiência visual de ver que estamos a gastar pouco ou muito. E isso é importante.

 

 Separar dinheiro. Dividir o dinheiro tendo em atenção as contas fixas, fará com que fique com noção do que resta para usar durante o mês. Desse que resta, tente sempre guardar entre 15 a 20%, pode ser necessário.

 

 Um fundo de emergência. Diz quem sabe que esse fundo deve ser equivalente a pelo menos 6x a quantia que gasta por mês nas despesas fixas, para durar 6 meses num eventualidade de doença ou falta de emprego. O problema é em poupar esse dinheiro todo. Isso já vai depender da forma de cada um racionar as suas prioridades e receitas/despesas. Eu tenho um mealheiro igual ao da foto e tento deixar as moedas dos trocos do dia lá. Quando o mês me corre bem e não preciso de recorrer a ele, é uma maquia agradável, acredite. Descubra o que funciona consigo, a forma adequada para si, que o levará a poupar!

 

 Não ter vícios. Vícios é aquela coisa que tem a ver com prazer ou dependência aguda. Faça as contas aos cafés que bebe, aos maços que fuma e ao álcool que ingere. Repense a sua posição quanto ao assunto. Se não conseguir deixar ou não quiser, tente aligeirar o vício. Já pensou no dinheiro que poupa ao mudar de tabaco normal para o de enrolar? Faça as contas. Há prazeres que ficam mais baratos e menos danosos para a saúde. Já aí está a poupar em contas de Hospital e Farmácia.

 

 Decida: transportes ou carro? Outra vez, faça as contas. O que compensa para si? Ir de carro o caminho todo ou apanhar o comboio? Fala-se muito em termos genéricos mas eu conheço quem poupe de uma forma e quem poupe da outra. A decisão final é sua, pois será você mesmo a ter controlo na sua vida.

 

 Quando vai trabalhar, leve o almoço/jantar de casa. Eu sei que é uma seca andar com aquilo de trás para a frente e é mais fácil comprar qualquer coisa no bar, mas essa qualquer coisa ao final do mês, vai ser um buraco no orçamento. Se fizer as contas direitinho, até vai andar mais contente com o saco atrás.

 

 Sacos. Tanto quanto sei ou tenha noção, apenas o Continente e o Jumbo não cobram pelos sacos de plástico, apesar do Jumbo ter caixas em que os sacos são pagos, guess what?, estão quase sempre vazias. Mas acredite que num futuro próximo isso vai mudar. Portanto, e até por questões ambientais, reutilize os seus sacos. Nunca vá às compras desprevenido, está absolutamente fora de questão! Poupar e ser eco-responsável num só gesto é um feito impressionante.

 

 Procure/Venda/Troque pechinchas. Há cada vez mais gente a fazer bijuteria e vendê-la a preços baratos ou a revendê-la, assim como peças de cosmética e roupa em 2ª mão. Encontra-as no Facebook por exemplo (eu encontrei e quando puder passar fotos para p pc posto com as devidas honras) e em blogs. Ver não custa. E se for o seu género, em vez de vender, troque o que não quer pelo que precise.

 

 Se tiver tempo, faça passatempos. Parece parvo mas não é. Há blogs, sites e páginas de Facebook que fazem passatempos ou sorteios regularmente. Tentar não é mau, o que é mau é deixar fugir oportunidades. Eu hei de fazer disso mas ainda não sei bem quando, por isso voltem. Neste site e noutros do género poderão ver o que há por aí e tentar a sorte. Eu lá vou ganhando algumas coisinhas, o que me faz poupar obviamente.

 

 

 Acho que não me estou a esquecer de nada mas se depois me lembrar de algo, faço uma sequela do post!

 

 Sejam felizes :)

 

 P.S. O meu mealheiro é tão giro pois é?

 

 

[Economia Doméstica] Mãe Precavida

 

 Estou a fazer o inventário cá de casa no que se refere a material escolar vivo e sem mazelas. Não se pode dizer que seja diminuto de todo, eu comprei algum a mais o ano passado que não foi necessário, além de já ter começado a comprar umas coisas antes que os preços infacionem.

 

 Ora bem, até agora, posso riscar as canetas de feltro, os lápis de cor, borrachas, lápis de carvão (comprei uma embalagem de 50 a €2,7), as esferográficas azuis/vermelhas/pretas (tenho muitas ainda das que comprei há mais de um ano a €1,5 cada embalagem de 50), há uns dois cadernos e já comecei a comprar mais (a €0,85 cada), tenho cola líquida e batom ambas novas, comprei uma nova pasta de capas (€1,79), há afias a rodos e acho que é tudo.

 

 Comprei-lhe um dicionário de Português numa feira de livros a €2,50, não havia de Português-Inglês quando lá fui.

 

 Acho que vou bem encaminhada. Sei que faltam coisas, tranferidor, correctores, compasso e o mais que vier na lista de início de ano. Tenho de contar as disciplinas para atribuir cadernos.

 Cadernos ao invés dos dossiers enormes do meu tempo, poupa o espaço na mochila e poupa o peso desnecessário nas costas e ombros.

 Há mochilas ainda. No entanto, o diabinho quer uma nova. Vai comprá-la com o dinheiro que juntou, é bom para ele ter consciência de que o dinheiro não estica e que tudo tem um custo.

 

 Estou a começar cedo, eu sei, ainda estamos em Julho. Mas acho que se começar agora, vai-me doer menos no bolso depois, com os livros e tudo o mais. Só de pensar nos livros, dá-me uma dor no lado esquerdo da cabeça que mete medo. E ainda não sei como será este ano em relação ao SASE, o ano passado tive de comprar primeiro para me pagarem 3 meses depois. Por isso tudo é que começo já a tratar daquilo que tenho a certeza que vai ser necessário.

 Ainda esta semana vou saber dos livros e se já houver, compro alguns. Não posso comprar todos agora e o de Língua Portuguesa não preciso, pois é o único que é igual ao do utilizado no ano passado e ele fica com um dos das minhas irmãs, que passaram para o 7º. Não compro com CD, acho que são quase €6 a mais e não me parecem muito bem gastos. Quando eu estudava não os havia e acredito que os manuais em papel contêm tudo o que devem, no sentido de educar as nossas crianças, além de não acreditar que lhe tenham feito falta neste ano que acabou.

 

 E é isso, estou a ser responsavelmente precavida.

 Ser mãe é um trabalho a tempo inteiro e não inclui só passeios no parque. Mas compensa.